03/12/2013

Ajudar faz bem

Especialistas recomendam o trabalho voluntário para evitar problemas de saúde

Foto: Divulgação


Estender a mão, ajudar ao próximo e colaborar com os necessitados sem querer nada em troca, são algumas das atitudes das pessoas que praticam a solidariedade e que se preocupam com o próximo. Estas ações são importantes para a sociedade, pois quando presentes em nossa vida, é notável a melhoria em todos os aspectos e principalmente a forma como passamos a enxergar a nossa própria vida.
Fazer “o bem pelo bem”, sentir prazer em ver a alegria estampada no rosto do outro, além disso faz bem ao coração, ao sistema nervoso, ao sistema imunológico, aumenta a expectativa de vida e a vitalidade de um modo geral.
De acordo com médicos especialistas, o trabalho voluntário para quem sofre de depressão e para os idosos aposentados é um dos melhores caminhos para colocar fim à tristeza e à melancolia que atinge muitas pessoas nesta situação. Porém os médicos alertam que não deve ser uma atividade forçada, afinal o trabalho voluntário tem que ser espontâneo.
Pesquisa realizada pela Universidade de Michigan (EUA) revelou que o voluntariado aumenta a expectativa de vida das pessoas que querem ajudar ao próximo, não por razões pessoais, como simplesmente para melhorar o currículo. O estudo realizado com 10 mil pessoas comprovou que voluntários vivem cerca de quatro anos a mais, se comparados com outras pessoas. Segundo a pesquisa, ajudar ao outro estimula a produção de hormônios que combatem o estresse e geram a sensação de bem-estar que pode diminuir os efeitos da rotina. Consequentemente evitando doenças graves como problemas cardiovasculares e até o câncer.
Além dos resultados positivos para a saúde, no voluntariado há a descoberta e o desenvolvimento de potencialidades como a aprendizagem de superação, aumento da criatividade e também o despertar da consciência social e pessoal.
A especialista em atendimento, Jucielma Ribeiro, 27, sentiu a sua qualidade de vida e autoestima melhorarem após tornar-se voluntária em uma igreja em Osasco. Ela e mais 20 voluntárias realizam aulas bíblicas e trabalhos educativos para crianças da comunidade, além de acompanhar pessoas que passam por problemas com vícios e depressão. Jucielma, diz: “Desde 2010 faço esse tipo de trabalho; me sinto muito bem em poder ajudar as pessoas, pois já passei por situações difíceis e não tinha com quem contar. Uso a dificuldade que vivi durante a minha infância e adolescência, com a ausência dos meus pais e problemas com depressão decorrente da falta de atenção, como incentivo para ajudar as pessoas”.
Já o técnico de logística, Eugênio Teles, 30, realiza visitas em asilos, levando atenção para os idosos que não recebem a visita de seus familiares, além de oferecer corte de cabelo e o preparo de refeições e lanches especiais. Eugênio, esclarece: “Comecei nesse trabalho há algum tempo, e posso dizer que me sinto realizado, pois tenho aprendido bastante com tudo isso”.
Fazer o bem é uma missão sublime aos homens, então nesse final de ano, saiba que você pode ser um agente de transformação. Basta querer, está mais do que provado, ajudar faz bem!

 Onde Atuar?

Foto: Divulgação

Para quem se interessa em ser voluntário, mas não sabe onde atuar ou por onde começar, procure na web os centros de voluntários que ficam mais próximos à sua casa. Há varias formas de atuação, para isso é importante que o interessado saiba o que quer fazer. Além disso, avaliar quais as habilidades ou talentos que pode compartilhar, seu tempo e disponibilidade, lembrando que é necessário responsabilidade e comprometimento.
O voluntário pode optar por trabalhos com ações individuais ou coletivas. Para conhecer as áreas de atuação, também é possível acompanhar os trabalhos realizados em igrejas, bairros e comunidades, grupos de auto-ajuda, programas promovidos por empresas, hospitais, instituições e programas de melhoria da educação, instituições e programas voltados para as pessoas portadoras de necessidade especiais, instituições e trabalhos para a terceira idade, em grupos e organizações de preservação do meio ambiente, em grupos e movimentos de luta contra a violência, em clubes e associações esportivas, em movimentos de luta contra a pobreza e em programas promovidos por órgãos não governamentais. Veja também no www.revistabemmais.com.br.

01/12/2013

Com que roupa eu vou

Atualmente você não precisa apostar somente no branco para criar um visual especial para fim de ano

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O fim do ano é uma época especial para muitas pessoas, especialmente as mulheres que mais se preocupam com as roupas que vão usar nesta ou em outra festa, pois alguns aproveitam o momento para se reunir com a família, outros preferem reunir-se com os amigos, e esta na verdade, é uma questão bem pessoal.
Agora, quando vier aquela pergunta “Com que roupa eu vou”, saiba que a temporada 2014 promete muita beleza para as roupas femininas, e isto também foi pensado para as comemorações de fim de ano.
Sendo assim, você poderá apostar em belos shorts nas mais variadas composições, saias em modelos variados com pregas, bordados, babados, cintura alta, curtas ou longas, enfim, opções não faltam.
Além disso, não podemos esquecer  dos vestidos que chegam em modelos com cintura marcada, deixando as mulheres ainda mais bonitas elegantes. Vale lembrar que atualmente você não precisa apostar somente no branco para criar um visual especial para fim de ano, pois outras cores também podem ser usadas e vão garantir da mesma forma um destaque todo especial a qualquer mulher.
É fundamental para uma mulher marcar presença com bom gosto e elegância, para isso, a moda está bem favorável a todas, então confira alguns modelos que irá te ajudar na decisão. Fotos: Divulgação.








21/11/2013

Velho amigo

Como cuidar e detectar problemas de saúde em cães idosos


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 Os anos passam muito rápido para os cães, por isso é importante entender suas necessidades especiais para que permaneçam saudáveis na velhice. Segundo especialista, a vida média destes animais é de 12 a 15 anos, podendo dizer que entre os 7 ou 8 anos, eles começam a envelhecer.
Existem animais que podem viver muito mais do que a média. Alguns cães chegam aos 18 ou 20 anos. Nestes casos, existem dois fatores que justificam tal longevidade: a predisposição do organismo e os cuidados que ele recebe ao envelhecer. 
Seus corpos começam a ficar mais lentos e o desgaste da vida começa a aparecer, por isso, os donos devem ficar atentos e conhecer as doenças que podem acometer seu animal a partir dos 7 ou 8 anos de idade, para preveni-las ou diagnosticá-las a tempo do animal receber o tratamento adequado. Estes cuidados podem prolongar a vida do seu velho amigo.
Bico de papagaio, hérnia de disco e artrose: comum entre cães idosos e obesos, causa dificuldade de pular ou subir em locais mais altos, como o sofá. O quadro pode se agravar até não conseguirem mais se levantar, ou urinarem e defecarem em qualquer lugar.
Doenças do coração: muitos dos cães idosos têm alterações cardíacas, principalmente nas válvulas. Cansaço além do normal durante os passeios, tosse que pode ser confundida com um engasgo após exercícios, ofegam e a língua fica arroxeada após uma situação de excitação, estes são sinais de um cão cardiopata.
Tumores: nas cadelas, o tumor mais comum ocorre nas mamas. Estes tumores são frequentes e podem ser percebidos facilmente pelos donos como um ou vários nódulos nas glândulas mamárias. A maioria dos tumores são benignos mas o veterinário deve acompanhar a evolução e indicar a remoção. Nem todo tumor é câncer e o diagnóstico precoce pode salvar ou prolongar a vida. 
Evite que seu cão passe muito tempo deitado em local úmido e frio ou ao sol por muito tempo. Mantenha a cama em local quente, livre da ventania e garanta que esteja bem acolchoada. Pois nessa fase eles costumam ficar deitados por muito tempo e se estiverem numa superfície dura ou áspera, especialmente no caso de cães de raças mais pesadas, podem desenvolver calos na pele e estes  podem ulcerar  e infeccionar.
Entretanto, é importante saber que existem sintomas e doenças que muitas vezes não conseguimos reconhecer, sendo o mais indicado realizar visitas regulares ao veterinário para que o seu amigão receba os cuidados necessários para que viva saudável até o fim, o que é inevitável. 
Tenha paciência para lidar com seu cão idoso, já que ele ficará mais lento, e ainda pode não ver ou ouvir bem, ou seja, quando não responder ao seu chamado, não quer dizer que o está ignorando. Ele precisará de mais ajuda e companhia agora. Seja paciente, seu amigo e companheiro merece! Veja também no www.revistabemmais.com.br.

15/11/2013

Remédio musical


Conheça uma das maiores aplicações de sucesso no tratamento da dor crônica e stress pós-traumático

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A harmonia da vida se mantém ao som da música, do barulho da chuva na hora de dormir, dos pássaros cantando numa bela manhã, ou até mesmo das buzinas que tornam o trânsito caótico nas grandes cidades. Então, de fato, vivemos cercados de partituras que podem influenciar  positivamente ou negativamente em nossa vida. Para os ritmos externos que desarmonizam e aos quais não controlamos, existem terapias que tiram partido de acordes agradáveis e nos proporcionam bem-estar através do tratamento das dores, no alívio do estresse e da ansiedade, além de reestabelecer o equilíbrio do sistema endócrino.
A terapia conhecida como musicoterapia é baseada na utilização da música ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, aplicada por musicoterapeuta qualificado, a um paciente ou grupo, em processo destinado a facilitar e promover a comunicação, o relacionamento o aprendizado, a mobilização, a expressão, a organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender às necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas.
É sabido que melodias agradáveis induzem a liberação de substâncias corporais que causam sensações de prazer e bem-estar. Recentemente foi descoberto por um grupo de neurocientistas da Universidade de Helsinki na Finlândia, que até mesmo vítimas de derrames cerebrais podem ser beneficiadas com o uso de melodias. Constataram que o tratamento ativava várias áreas do cérebro simultaneamente, até mesmo aquelas danificadas pelo derrame, acelerando o processo de recuperação.
A descoberta aconteceu através de um experimento relativamente simples. Cerca de 60 pacientes que haviam tido derrame foram separados em três grupos. O primeiro foi orientado a escutar música, o segundo a escutar livros gravados em fitas e o terceiro recebeu apenas o tratamento comum. Depois de três meses de avaliação os especialistas perceberam que a memória verbal do grupo que escutou música melhorou em até 60%. Já os que escutaram livros melhoraram entre 18% e 29% em relação aos que faziam o tratamento tradicional. Com estes resultados comprovou-se que o uso da música no tratamento das sequelas do derrame pode ajudar na recuperação do paciente, inclusive prevenindo a depressão.
Pesquisas também revelam que pacientes com dores crônicas tratados com melodias tiveram redução de 21% nas suas dores se comparados aos pacientes que não ouviam música, pois ela atua como analgésico na recuperação pós-cirúrgica. Sendo considerada como uma das maiores aplicações de sucesso reconhecidas no tratamento da dor crônica e do stress pós-traumático. Enfim, a música pode afetar diretamente as emoções e o comportamento, como: melhora do humor e do sono, ajuda a motivação e a autoconfiança; diminui a ansiedade; combate a tensão, a fadiga e estresse.

Desde os tempos antigos...
Na história, é possível ver a música como uma ferramenta para promover saúde e bem-estar. Nas culturas antigas a flauta era usada para atenuar a dor ciática e a gota. Na Bíblia, o Velho Testamento revela que quando Davi tocava sua harpa, a depressão/perturbação do rei Saul desaparecia. Além dos exemplos históricos, estudos dão sustância à ideia de que o som pode ser um poderoso aliado. O físico alemão Ernst Chladni, provou em 1789, que submetidos às ondas acústicas de um arco de violino, grãos de areia formavam imagens harmônicas ou caóticas, dependendo da altura da nota a que eram submetidos. Já o médico, físico e músico alemão Hans Jenny, fez uma experiência parecida em 1960. Ele fotografou tipos de pó, semissólidos (como mercúrio) e líquidos sob a influência de sons distintos. As mesmas imagens – geométricas e cheias de beleza ou feias e assimétricas – apareceram, dependendo, entre outros fatores, da frequência do som emitido.
Também há registros da utilização da música para fins medicinais em várias épocas da História por diversos povos. Na Segunda Guerra Mundial atuou como forma de promoção de saúde, quando médicos e enfermeiros observaram a eficácia terapêutica da música na recuperação dos soldados.
As experiências práticas se desenvolveram em fundamentações científicas e com o passar dos anos o conhecimento foi se especializando no mundo todo. No Brasil, os estudos acadêmicos em musicoterapia começaram em 1971 e evoluíram junto à prática clínica nas últimas décadas. Veja também no www.revistabemmais.com.br.




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